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BÊBADA E SAFADA

As Primeiras Mensagens


Acordei no domingo com o celular vibrando sem parar. Priscila ainda dormia profundamente ao meu lado, sem nenhuma lembrança da festa que tinha ido sozinha na noite anterior. Ela só murmurou de manhã que tinha bebido demais e acordado com a calcinha toda melada e fora do lugar. Eu, sozinho em casa, comecei a receber mensagens de conhecidos que estiveram lá.

O primeiro áudio veio de um amigo em comum:

— Cara, tua namorada tava completamente solta ontem. Lá pelas três da manhã ela já tava sem sutiã por baixo do vestido. Vi ela no terraço de joelhos, chupando o pau de um cara, engolindo até o fundo, babando e gemendo como se estivesse faminta.

Logo depois chegou uma foto borrada: Priscila de joelhos, cabelo bagunçado, boca aberta ao redor de uma rola, olhos semicerrados de tesão bêbado. Meu pau endureceu imediatamente.


A Putaria no Banheiro

Mais mensagens foram chegando ao longo do dia. Uma garota que conheço mandou um vídeo curto no privado:

— Olha isso… ela tava assim no banheiro masculino.

No vídeo, Priscila estava sentada na pia, pernas bem escancaradas, vestido enrolado na cintura. Um cara metia nela com força, estocando fundo enquanto outro enfiava o pau na garganta dela. Os gemidos abafados ecoavam. Ela gozou tremendo, olhos revirados. Os dois gozaram quase juntos: um jorrou dentro da buceta e o outro pintou a cara e a língua dela. Priscila lambia a porra dos lábios, rindo.

Outra foto chegou em seguida: close da buceta inchada dela, pingando porra branca pelos lábios vermelhos e abertos.

Eu estava latejando de tesão, ciúme é raiva enquanto lia tudo.


O Gangbang no Quarto dos Fundos


O relato mais pesado veio à tarde, de outro cara que mandou várias fotos e um vídeo:

— Sem filtro, mano. Tua Priscila virou a vadia oficial da festa. Ela foi pro quarto de hóspedes e uns cinco caras entraram. Olha aí.

As fotos mostravam ela de quatro na cama, sendo comida por trás por um enquanto chupava outro. Em outra, estava deitada de lado, dois paus entrando nela ao mesmo tempo. No vídeo curto, dava pra ouvir ela gemendo alto:

— Me fode… me usa… sou a puta de vocês hoje…

Trocavam de posição rápido. Gozaram na boca, na cara, nos peitos e encheram a buceta várias vezes. A última foto era devastadora: Priscila de pernas abertas, buceta vermelha, inchada e escorrendo porra grossa pelos lençóis, maquiagem toda borrada, sorriso bêbado de satisfação.

Meu coração batia forte. A mistura de raiva e excitação me consumia.


A Confrontação

Quando Priscila acordou direito, eu a chamei na sala. Mostrei todas as mensagens, fotos e vídeos, um por um. Contei cada detalhe que recebi: cada chupada, cada rola que entrou nela, cada gozada que engoliu e recebeu dentro da buceta.

Ela ficou vermelha, chocada, negando no começo. Mas conforme via as imagens e ouvia os relatos, as coxas dela se apertavam, os bicos dos peitos endureciam na camiseta larga e a respiração ficava ofegante.

— Eu não lembro de nada disso… mas… caralho… tô encharcada só de ver e ouvir — confessou, voz rouca de tesão.


A Foda com a Buceta Ainda Larga


Não aguentei mais. Arranquei a camiseta dela e a joguei no sofá. A buceta de Priscila estava exatamente como nas fotos: lábios inchados, vermelhos, ainda abertos e brilhando de sexo. O cheiro era safado.

— Olha o estado da tua bucetinha… toda arrombada e usada.

Ela gemeu alto e abriu as pernas bem abertas para mim.

— Me fode assim mesmo, amor. Quero que você sinta como eles me deixaram.

Enfiei três dedos fácil. Estava quente, melada e bem frouxa. Meu pau entrou de uma vez, sem nenhuma resistência. A sensação era obscena: escorregadia, larga da noite anterior. Meti com força, ouvindo o barulho molhado e pornográfico ecoando.

— Eles te usaram como uma vadia completa… te encheram de porra…

— Sim… não me lembro, mas pelo visto me foderam gostoso… me trataram como puta de todo mundo — respondia ela, rebolando o quadril, apertando os próprios peitos.

Virei ela de quatro, puxei o cabelo e meti ainda mais fundo. A buceta larga fazia um som molhado e me deixava com vontade de explodir a cada estocada. Priscila gozou primeiro, tremendo forte, apertando meu pau mesmo estando larguinha. Eu não segurei e gozei jorrando muito, misturando tudo dentro dela. Ela esguichou um pouco, gemendo alto, gozando de novo.

Caímos exaustos no sofá, meu pau ainda pulsando dentro dela.

Priscila virou o rosto, olhos brilhando de safadeza, e sussurrou com um sorriso safado:

— Amanhã eu não quero lembrar de nada… só do sexo gostoso que fizemos agora.

 
 
 

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