
NO RETIRO DO ZODÍACO
- casalsiri
- 18 de jan.
- 8 min de leitura
Priscila e eu estávamos passando por uma fase de instabilidade , quase sentindo o peso do divórcio, como uma âncora no peito. Passando por dias de lágrimas, terapia e noites sozinhas, Priscila encontrou online o anúncio discreto de um retiro exclusivo: “Lua Nova – Retiro de Renascimento Erótico para Mulheres”. Localizado em uma vila luxuosa e isolada no litoral nordestino, o lugar era projetado especificamente para mulheres que haviam terminado relacionamentos longos ou prestes a rompimento e queriam reconectar-se com sua sexualidade, sem julgamentos, sem pressa e com total privacidade. Era adults-only, mulheres-only no check-in, mas com “convidados especiais” selecionados e vetados para experiências guiadas e consensuais. O slogan: “Reclame seu prazer. Uma lua por noite, um renascimento por signo.”
Ela chegou ao entardecer, o ar salgado misturado ao cheiro de incenso e jasmim. A suíte era ampla, com varanda para o mar, cama king com lençóis de seda, espelhos no teto e uma banheira infinita. Na recepção, uma facilitadora chamada Luna explicou as regras: cada noite, sob a lua crescente até cheia, Priscila receberia uma “visita astral” – um homem (ou homens) representando um signo, escolhido pelo mapa astral dela e pelo tema do retiro, tudo consensual. Ela assinou o consentimento com as mãos tremendo de excitação e medo. A primeira noite começava ao cair da noite.
1. Áries – A Chama Inicial
A porta se abriu às 22h. Um homem alto, tatuado, olhos de fogo: “Sou o Áries que veio incendiar você.” Sem beijos, sem conversa. Ele a prensou contra a parede, rasgando o robe fino, mamilos endurecendo ao ar. “Você quer ser fodida como uma vadia que acabou de sair de um casamento chato?” Priscila assentiu, molhada. Ele enfiou dois dedos na buceta dela, bombando rápido enquanto chupava o pescoço. Baixou as calças, pau grosso e veioso pulsando. Priscila se ajoelhou, chupando com fome, baba escorrendo. Ele a ergueu, penetrou de uma vez, estocadas brutas, batendo a bunda dela contra a parede. “Goza gritando!” Ela veio forte, pernas tremendo, ele gozando dentro, quente e abundante, antes de sumir na noite.
2. Touro – O Banquete Sensorial
No dia seguinte, um homem robusto trouxe uma bandeja: frutas, mel, chocolate derretido. “Deixa eu te devorar devagar.” Ele a deitou na mesa da varanda, untou os seios com mel, lambendo em círculos lentos, sugando os mamilos como se fossem uvas maduras. Desceu, espalhando chocolate na buceta, língua grossa circulando o clitóris até ela implorar. Priscila retribuiu, untando o pau dele com óleo, masturbando devagar, chupando a cabeça enquanto ele gemia baixo. Ele a penetrou de conchinha, estocadas profundas e ritmadas, mãos apertando os quadris. Horas de toques prolongados; ela gozou quatro vezes, corpo melado, antes dele gozar na boca dela, sêmen doce misturado ao mel.
3. Gêmeos – A Dupla Sedução
Dois irmãos idênticos bateram à porta ao amanhecer. “Somos gêmeos, um inocente, um safado. Escolhe.” Eles a despiram, um beijando suave, o outro mordendo o lóbulo. “Conta suas fantasias sujas enquanto chupamos você.” Um lambeu a buceta devagar, o outro enfiou a língua no cu. Trocaram: um pau na boca, outro na buceta. Dupla penetração – buceta e cu preenchidos, ritmados. “Você é nossa puta versátil?” Priscila gritava, orgasmos múltiplos a deixando zonza. Eles gozaram juntos, enchendo-a de porra quente, rindo antes de ir.
4. Câncer – Abraço Profundo
Um homem emotivo, com olhos úmidos de desejo, apareceu na porta com uma garrafa de óleo aromático. “Deixa eu te abraçar até você esquecer o passado”, sussurrou, guiando-a para a banheira cheia de espuma quente. Eles se beijaram devagar, lágrimas de Priscila misturando-se à água enquanto ele sugava seus seios como um amante faminto, os dentes roçando levemente os mamilos eretos. “Sua buceta é meu refúgio”, murmurou ele, enfiando os dedos nela com carinho, massageando o ponto G em círculos suaves até ela arquejar de emoção. Priscila montou nele, o pau grosso deslizando fundo na água morna, enquanto se olhavam nos olhos, mãos entrelaçadas. “Me fode devagar, me faz sentir amada de novo”, pediu ela, roçando o clitóris contra o púbis dele. Ele obedeceu, estocadas profundas e carinhosas, as mãos apertando sua bunda molhada, lágrimas rolando pelo rosto dela ao gozar em ondas suaves, o corpo convulsionando no colo dele. Ele veio logo depois, o sêmen quente pulsando dentro dela, escorrendo pela água como um laço eterno, antes de abraçá-la até o sono vir.
5. Leão – O Show Particular
Ele chegou com um kit de luzes LED e espelhos portáteis, montando um “palco” improvisado no quarto. “Você é a rainha dessa suíte, e eu vou te adorar como tal”, proclamou, fazendo-a posar nua sob as luzes quentes. Priscila se sentiu poderosa enquanto ele se ajoelhava, lambendo sua buceta com reverência, a língua dançando no clitóris como um súdito devoto. “Olha no espelho, veja como você é linda gozando na minha boca, seus sucos escorrendo pelo meu queixo.” Ele a elogiava sem parar: “Seus peitos são perfeitos, sua buceta é de deusa, aperte meu pau como uma coroa.” Ela o montou, cavalgando o pau dele com movimentos teatrais, os espelhos refletindo cada ângulo – sua bunda quicando, os seios balançando. “Me chama de rei enquanto eu te fodo”, ordenou ele, virando-a de quatro e batendo forte, as bolas colidindo com o clitóris dela. Priscila gritou “Meu rei!” ao gozar em espasmos violentos, e ele aplaudiu antes de gozar em seus seios, a porra quente marcando-a como troféu real, antes de beijá-la dramaticamente e partir.
6. Virgem – O Ritual Perfeito
Um homem meticuloso, vestido impecavelmente, apareceu com luvas de látex, óleos e um vibrador de precisão. “Cada toque tem que ser perfeito, vamos refinar seu prazer”, disse ele, amarrando-a levemente à cama com fitas de seda e “inspecionando” seu corpo como um cirurgião safado. Ele analisou cada centímetro: dedos traçando os lábios da buceta, corrigindo a posição das pernas para “melhor acesso”. “Aqui, ajuste isso… agora, respire devagar enquanto eu vibro seu clitóris.” Ele usou o vibrador com exatidão, circulando em padrões calculados, parando para anotar mentalmente cada gemido. Priscila se contorcia, o prazer acumulado até o limite da frustração deliciosa. “Sua buceta é impecável, mas vamos limpá-la com minha língua”, murmurou, lambendo devagar, depois penetrando com o pau em estocadas cirúrgicas, controlando o ritmo como um metrônomo. “Um… dois… goze no três.” Ela explodiu em orgasmos controlados, o corpo tremendo em ondas precisas. Ele gozou calculadamente, enchendo-a de porra quente, limpando depois com um pano úmido e obsessão, antes de beijar sua testa e sair.
7. Libra – O Equilíbrio dos Três
Um casal bonito e elegante bateu à porta, com sorrisos simétricos e lingerie combinando. “Tudo em equilíbrio perfeito, ninguém fica de fora”, disse a mulher, enquanto o homem observava com desejo equilibrado. Eles se despiram em sincronia, guiando Priscila para a cama. Priscila chupou o pau dele devagar, sentindo a grossura pulsar na boca, enquanto a mulher lambia sua buceta com toques suaves e harmônicos, os dedos dela explorando o cu de Priscila. “Sinta a simetria: dê e receba na mesma medida”, murmurou o homem, enquanto a mulher guiava o pau dele para dentro da buceta de Priscila, lambendo o clitóris ao mesmo tempo. Espelhos refletiam a beleza: penetração profunda, lambidas alternadas, dedos em todos os buracos – tudo igual, sem ciúmes. Priscila gozou no meio do trio, gritando enquanto eles a enchiam de prazer equilibrado, o squirt dela molhando os lençóis. Eles gozaram juntos, porra quente do homem dentro dela e squirt da mulher em seu rosto, um clímax harmônico antes de se vestirem e partirem abraçados.
8. Escorpião – Mergulho nas Sombras
O mais sombrio chegou à meia-noite, com uma venda e amarras de couro. “Você é minha agora, confesse seus pecados enquanto eu te possuo”, rosnou ele, vendando Priscila e amarrando-a à cama com força possessiva. Ciúme pulsava em sua voz: “Quem mais te fodeu? Me diz tudo!” Ele mordia seus mamilos eretos, causando dor prazerosa, enfiando o pau fundo na buceta molhada, misturando estocadas brutais com pausas para sussurrar ameaças eróticas. “Sua buceta é um buraco escuro e molhado só pra mim, vadia.” Ele a virou de bruços, penetrando o cu com lubrificante abundante, estocadas profundas e dolorosas que viravam êxtase, as mãos apertando o pescoço levemente. Priscila chorava de prazer, confessando fantasias tabus do passado. “Goza na minha porra, minha possessiva”, ordenou ele. Ela veio em ondas intensas, o corpo marcado por chupões e arranhões. Ele gozou dentro do cu dela, reivindicando cada centímetro, antes de desamarrá-la e sumir nas sombras.
9. Sagitário – Aventura Sem Fim
Ele apareceu com um buggy alugado e um sorriso aventureiro. “Vamos foder em todo lugar, sem limites”, disse, puxando-a para fora da suíte e acelerando pela praia deserta. No capô do carro, sob as estrelas, ele a comeu de pé, o pau deslizando rápido na buceta dela enquanto o vento batia em seus corpos suados. “Experimenta isso: me chupa enquanto eu dirijo devagar.” Pararam na floresta próxima, posições loucas: ela de cabeça para baixo contra uma árvore, ele fodendo de cima, risadas misturadas a gemidos altos. Na areia da praia, ele a penetrou de lado, dedos no clitóris, enquanto contavam piadas sujas. Priscila gozou na areia, squirtando forte no oceano ao lado, as ondas lambendo seus pés. Ele veio em sua boca, a porra salgada misturada ao ar marinho, uma aventura selvagem e livre antes de voltarem rindo para a suíte.
10. Capricórnio – Poder Corporativo
Encenação iniciada na porta: ele vestia terno, com uma régua de madeira na mão. “Só ganha ‘alta’ nesse retiro se me satisfizer primeiro, estagiária safada”, disse com voz autoritária, guiando-a para a mesa como uma sala de reuniões. Spanking veio primeiro: régua batendo na bunda vermelha dela, cada tapa ecoando enquanto ele murmurava “Aprenda a obedecer”. Priscila se ajoelhou, garganta profunda no pau dele, lágrimas escorrendo pelo rosto de tanto engolir. Ele a fodeu na mesa, controlando cada estocada ambiciosa, mãos apertando os quadris como um chefe possessivo. “Goza pra seu superior, prove seu valor.” Ela veio gritando, o orgasmo subindo como uma promoção, e ele gozou em sua cara, a porra quente escorrendo como um bônus, antes de “dispensá-la” com um beijo frio.
11. Aquário – Experimento Futurista
Com máscaras anônimas e brinquedos high-tech – vibradores conectados a apps, óculos de realidade virtual, um grupo pequeno se juntou na suíte. “Sem posse, só experimentos inovadores”, disse o líder, ligando os dispositivos. Priscila sentia paus virtuais na VR enquanto chupava reais, o zumbido dos vibradores no clitóris e no cu ao mesmo tempo. Poliamor anônimo: fodida por todos em rotação, brinquedos estimulando elétricos, ideias excêntricas como “Vamos testar squirt com pulsos sincronizados”. Ela gozou em cascata, squirtando forte enquanto o grupo a preenchia, livre e sem nomes. Eles gozaram coletivamente, porra por todo o corpo dela, um caos libertador e futurista antes de dispersarem.
12. Peixes – Fusão Transcendental
No mar ao luar, o último amante a levou para a água rasa, com incensos flutuantes. “Somos um só ser, funda-se comigo”, sussurrou, iniciando tantra com toques leves. Dedos e língua fundindo-se na buceta dela, circulando o clitóris em padrões hipnóticos, múltiplos orgasmos subindo como sonhos lúcidos. “Chora comigo, goza na fusão espiritual.” Penetração profunda na água, corpos se dissolvendo em ondas, mãos entrelaçadas enquanto ele pulsava dentro dela. Priscila atingiu o êxtase transcendental, chorando de prazer enquanto gozava uma última vez, integrada a todos os signos. Ele veio junto, sêmen misturando-se ao mar, um abraço eterno antes de desaparecer com a maré.
Final
Ao final da lua cheia, Priscila acordou sozinha na suíte, corpo exausto, marcado e satisfeito. Tocou-se na varanda, dedos na buceta relembrando cada noite, gozando uma última vez. O retiro a transformou: ela era agora dona do próprio prazer, pronta para o que viesse, para voltar sozinha ou renovada pra mim.



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