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DOIS CONVITES, UM ERRO PROPOSITAL

A Confissão Inesperada


Uma noite, deitados na cama com intenções safadas, Priscila encostou a cabeça no meu peito e começou a falar baixinho, como quem revela um segredo que queimava há semanas. “Amor, vou te contar uma coisa que fiz… e que ainda me deixa molhada só de lembrar.” Meu pau já endureceu só de ouvir o tom rouco e safado da voz dela. Ela confessou que, por pura curiosidade e um desejo insaciável por rola, marcou o mesmo encontro, no mesmo hotel, no mesmo horário exato, com dois homens diferentes. Não foi engano. Foi de propósito. Queria ser usada por duas pirocas ao mesmo tempo, sentir-se uma puta completa. E aconteceu tudo e mais um pouco.


Ela chegou primeiro, vestida de um jeito fatal e obscenamente sexy, vestido coladíssimo, decote quase até o umbigo deixando os peitos fartos quase pulando para fora, saltos altos fazendo a bunda empinada rebolar como um convite descarado para foder. Sentou no bar do lobby, pernas cruzadas de propósito para mostrar a coxa, pediu um martini e esperou, já com a buceta latejando de expectativa. O primeiro chegou, beijou-a no rosto, mas a mão subindo direto pela coxa até quase tocar a calcinha. Eles riam, trocavam carícias nada discretas. Minutos depois, o segundo apareceu com surpresa no olhar, mas Priscila só sorriu como uma mulher ousada e disse:


“Que coincidência deliciosas. Por que não subimos os três e vocês me fodem até eu não aguentar mais?”


O Quarto e o Desejo Sem Limites


Subiram para o quarto que ela reservara. Assim que a porta se fechou, Priscila tomou o controle total, como a puta gulosa que é. Tirou o vestido devagar, rebolando o quadril, ficando só de lingerie preta fio-dental, os seios rígidos e enormes marcando o tecido fino, a calcinha completamente encharcada grudada nos lábios da buceta depilada e inchada. Mandou os dois se despirem rápido enquanto ela se jogava na cama king size, abrindo as pernas bem escancaradas, expondo tudo sem o menor pudor. “Venham me devorar, seus putos. Quero sentir língua e dedo em todos os buracos.”


Um caiu de boca num peito, chupando o mamilo com força, mordendo até doer de tão bom, enquanto o outro mergulhava o rosto inteiro na xota dela, lambendo o clitóris latejante como um cachorro faminto, sugando os lábios carnudos, enfiando a língua bem fundo e dois dedos de uma vez, dedando rápido enquanto sugava o mel que escorria. Priscila gemia alto, sem vergonha nenhuma, puxando os cabelos deles com força, empurrando as cabeças mais fundo. “Isso, seus filhos da puta, me chupa gostoso, me faz gozar na cara de vocês!”


O corpo dela convulsionava, os quadris rebolando sem parar contra o rosto dele, até explodir num orgasmo violento, esguichando jatos quentes e abundantes direto na boca e na cara do safado, que engolia tudo com gosto.


Não deram tempo nem de ela respirar. Um deitou de costas, pica latejando apontada pro teto, e Priscila montou como uma cadela, enfiando tudo até o talo na buceta ensopada com um gemido gostoso. “Puta que pariu,l… me arrombando toda, que delícia!” Rebolava devagar no começo, sentindo cada veia, depois cavalgava forte, os silicones mal balançando. O outro se ajoelhou atrás, com um cuspe grosso no cu dela, abriu o buraco com três dedos sem dó, e empurrou devagar a rola inteira no rabo apertado. Priscila gritou de prazer puro, os olhos revirando: “Aaaaah, sim! Me enche dos dois lados, suas rolas duras me rasgando… eu sou uma vadia que nasceu pra isso!”


O Êxtase Sem Fim


Eles a foderam sem piedade nenhuma. Socadas brutais e profundas na buceta e no cu ao mesmo tempo, bolas batendo forte na bunda dela, mãos apertando os peitos até deixar marcas, bocas mordendo pescoço, ombros, mamilos. Priscila gozava sem parar, um orgasmo atrás do outro, esguichando toda vez que uma rola batia no fundo, a cama virando um lago de porra e suor. “Mais forte, caralho! Me fode como a puta safada que eu sou! Eu amo rola, amo sentir me rasgando, me enchendo, me usando!”


Trocavam de posição sem parar: agora um arrombando o cu enquanto o outro metia na buceta, depois invertia. E toda vez que uma rola saía de um buraco, Priscila virava rapidinho e engolia até a garganta, chupando com vontade, lambendo os próprios sucos “Hmmm, que delícia… adoro chupar rola melada do meu mel”.


Ela virava de quatro, pedia tapa na bunda, puxava o cabelo, ordenava que metessem mais fundo, mais rápido, mais forte.


Por fim, ajoelhou-se no chão como a puta submissa que adora ser, boca aberta, língua de fora, olhos brilhando de tesão. “Goza pra mim, seus machos… me enche de leitinho quente, goza na minha cara de vadia, nos meus peitos, na minha boca!” Os dois se punhetaram furiosamente olhando pra ela, até explodir: jatos grossos, fartos e quentes de porra voando em cima do rosto, dos peitos, dentro da boca escancarada. Priscila lambia cada gota, engolia com vontade, esfregava a porra nos mamilos duros, passava nos lábios, sorria e dizia: “Hmmm, que delícia de leitinho… eu amo rola gozando pra mim, amo ser coberta de porra.”


O Final Marcante: O Segredo Nosso


Quando terminou de contar, os olhos da Priscila brilhavam de tesão puro, a respiração ofegante, a buceta latejando e molhando minha coxa. “E sabe o melhor, amor?”, sussurrou enquanto subia em mim, já enfiando meu pau dentro dela. “Fiz tudo isso imaginando você, imaginando você ficando louco de tesão com a sua vadia.” Naquela noite transamos como putos, eu metendo forte enquanto ela repetia cada detalhe sujo entre gemidos, gozando junto só de lembrar.


Priscila não errou.

Ela provou que dois encontros pode virar uma grande safadeza e torná-la toda só nossa, pra gente gozar junto.

 
 
 

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