
NOITE NA BALADA
- casalsiri
- 18 de dez. de 2025
- 5 min de leitura
Chegada
Entrei na balada com a mão firme na cintura da Priscila, já sentindo os olhares famintos antes mesmo de atravessarmos a porta. Ela sabia exatamente o que estava fazendo, a safada. O vestido colava no corpo como uma promessa, curto, ousado, e os seios de silicone quase escapavam, o tecido fino marcavam seus bicos excitados, desafiando a atenção de qualquer um que estivesse por perto.
Eu observava tudo, excitado pra caralho. O jeito como ela rebolava ao caminhar, o sorriso safado no canto da boca, o tesão que ela sentia em ser devorada pelos olhares alheios. Não era insegurança — era putaria pura. Nosso jogo favorito: ela se exibindo como uma vadia, e eu curtindo cada segundo.
Provocação
Na pista, a música pulsava forte, como um coração louco de tesão. Priscila dançava de costas para mim, rebolando devagar, a bunda empinada roçando na minha virilha, sentindo meu pau já duro latejando contra ela. Cada movimento era calculado para foder com a cabeça de quem olhava — e só eu sabia que aquela buceta molhada era minha, embora ela querendo todos.
Os caras ao redor não disfarçavam porra nenhuma. Alguns encaravam os peitos dela sem vergonha, imaginando chupar aqueles silicones perfeitos . Outros devoravam a bunda com os olhos, provavelmente pensando em meter nela por trás. Ela percebia tudo e adorava e ficava excitada cada vez mais com seu poder de sedução, inclinava o corpo para frente, ajeitava o decote deixando os seios quase escaparem, arqueava as costas para marcar a curva da cintura e fazer a saia subir, mostrando as coxas lisas. Cada gesto fazia meu pau pulsar mais forte, o pré-gozo já umedecendo a cueca.
Eu não sentia ciúmes. Sentia um tesão animal, orgulho de ter uma mulher tão gostosa e safada, sabendo que todos queriam foder ela, mas só eu ia comer aquela buceta molhada no final.
Copos, Luzes e Olhares
Com as bebidas na mão, encostados no balcão, Priscila se inclinava perto demais de mim, os peitos esmagando no meu braço, o bico duro roçando de propósito. O perfume dela misturado ao cheiro de álcool, à música alta e às luzes piscando criava um clima de pura putaria.
Um cara passou por trás e não conseguiu desviar o olhar da bunda dela a tempo, provavelmente imaginando meter a rola ali. Outro sussurrou pro amigo algo como “olha aquela vadia, que peitos deliciosos”, baixo o suficiente pra não ouvir tudo, mas alto pra eu sacar a intenção sacana. Priscila sorriu de canto, lambendo os lábios devagar — e esse sorriso era só pra mim, prometendo que ia me mamar gostoso depois.
Ela adorava ser desejada como uma puta linda e poderosa. E eu adorava mais ainda saber que todas aquelas fantasias sujas terminariam comigo gozando dentro dela.
O Caminho ao Banheiro
Priscila se inclinou no meu ouvido, a boca quente roçando minha orelha: “Vou no banheiro, amor. Fica aí olhando o show.” Piscou com aquele sorriso safado e se afastou, rebolando devagar pela pista lotada, sabendo que todos os olhos a seguiam. Eu fiquei encostado no balcão, copo na mão, pau latejando de antecipação.
No caminho, vários caras a abordaram, oferecendo bebidas, tentando papo, bloqueando a passagem com sorrisos confiantes. Ela dava fora em todos, com graça e firmeza — um aceno negativo aqui, um sorriso de canto ali, desviando o corpo sem parar de andar. Rejeitava um após o outro, deixando claro que não estava disponível, mas prolongando o suficiente pra que eu visse cada tentativa frustrada.
Até que um deles teve sorte. Priscila parou bem na frente dele, perto da porta do banheiro. Sorriu abertamente, chegou bem perto e, discreta mas ousada, desceu a mão devagar até o volume da calça. Passou a palma aberta no pau dele, apertou de leve sentindo o contorno grosso endurecer ainda mais na mão dela por alguns segundos. Lambeu os lábios rapidinho, piscou e entrou no banheiro, deixando o cara ali, pau pulsando.
Eu vi tudo. Meu tesão subiu às alturas, uma mistura louca de ciúme e excitação.
Na volta, ela saiu com o olhar cravado em mim o tempo todo, como se eu fosse o único homem no mundo. Desfilou pelo mesmo caminho, rebolando mais devagar, mais provocante. Passou pelos mesmos caras que tinham tentado antes. Quando escolheu um outro sortudo da noite ali, ela pegou a mão dele sem cerimônia e colocou direto no próprio peito, pressionando a palma contra o silicone firme por cima do decote, deixando ele apertar por um instante enquanto roçava o quadril no pau duro dele. Depois soltou, sorriu pra mim e veio direto até o balcão, bochechas coradas, buceta certamente encharcada.
Encostou em mim, mão direto na minha virilha por baixo do balcão, apertando meu pau latejando. “Viu tudo, né? Agora me leva pra casa e me fode pensando nisso. E no carro eu te conto tudinho que cada um deles me disse tentando me levar pra cama.”
A Sós
Quando finalmente saímos da balada, o silêncio do carro era quebrado só pela respiração pesada de nós dois. Não precisávamos falar: cada olhar faminto, cada pau duro disfarçado, cada provocação estava gravada na memória, deixando nossa excitação no pico.
Em casa, a foda veio explosiva, carregada de tudo aquilo. Eu arranquei o vestido dela com urgência, chupando aqueles peitos siliconados com força, mordendo os mamilos enquanto ela gemia alto. “Eles queriam isso, né? Mas é tudo seu”, ela sussurrou, abrindo as pernas e guiando minha mão pra buceta encharcada, os dedos escorregando fácil no mel dela.
Eu meti nela com raiva e tesão, lembrando dos olhares alheios: bombando forte, a rola grossa esticando aquela buceta quente e molhada, enquanto ela rebolava como na pista, gemendo “me fode pensando neles me olhando”. Gozei fundo dentro dela, enchendo de porra, e ela gozou apertando meu pau, as unhas cravadas nas minhas costas.
Ali, a sós, ela não provocava mais os estranhos. Provocava só a mim — me mamando devagar depois, lambendo cada gota de gozo, engolindo tudo como a vadia que eu amo.
A chupada
Ainda ofegantes, eu desci pelo corpo dela, beijando a barriga suada até chegar na buceta inchada e escorrendo porra. Afastei as coxas dela com as mãos firmes e colei a boca ali, chupando devagar, lambendo o gosto misturado do meu gozo com o mel dela. Priscila arqueou as costas, gemendo alto, as mãos na minha cabeça me empurrando mais fundo.
Enquanto eu sugava o clitóris inchado e enfiava a língua bem dentro dela, ela começou a delirar de tesão: “Ai, amor… eu amo dar fora neles, amo sentir eles babando, querendo me foder… amo ver o pau duro deles por minha causa…” Ela rebolava na minha boca, a voz tremendo. “Da próxima vez… da próxima eu quero mais… quero trazer um daqueles safados pra cá, pra foder junto com a gente… você me comendo enquanto ele mete na minha boca, ou os dois me enchendo ao mesmo tempo… por favor, amor, eu preciso disso…”
Eu chupei mais forte, sentindo a buceta dela pulsar de novo, sabendo que aquele delírio não era só papo de tesão — era promessa. E meu pau já começava a endurecer outra vez só de imaginar.
Depois
Deitados, ainda suados e conectados pelo cheiro de sexo, pensei em como aquele jogo nos unia mais. O exibicionismo dela, os desejos alheios, nossa cumplicidade em transformar inveja em tesão puro. Tudo alimentava nossa putaria particular.
Priscila virou o rosto pra mim e sorriu, daquele jeito safado que só ela tem. Um sorriso que dizia: eles babaram, imaginaram me fodendo… mas você me comeu de verdade.



Muito exitante 👏👏👏👏👏